Imitação.....1.13
 
DA RESISTÊNCIA ÀS TENTAÇÕES ( da resistência às tentações)

 
 
Enquanto vivemos neste mundo não podemos estar sem tentações e trabalhos.
Daí, estar escrito no livro de Jó:" È um combate a vida do homem sobre a terra"
Cada qual, pois seja solicito em acauterlar-se contra as tentaçõe pela vigilância e pela oração, para que não o surprenda o demónio que nunca dorme e busca, de todos os lados, a quem possa devorar.
Ninguém há tão perfeito e santo que não tenha, às vezes,tentações: não podemos viver totalmente isentos delas.



Ainda que rudes e penosas, são, contudo, utilissimas quase sempre, porque nelas é que o homem se prova, purifica e instrui.
Todos os santos passaram por muitos trabalhos e tentações e grande proveito colheram: os que, porém, não  puderam suportar, foram reprovados e pereceram
Não há comunidade tão santa e lugar tão retirado, onde não haja tentações e adversidades.
Nenhum homem, enquanto viver, está livre das tentações, porque em nós mesmos está a fonte donde promana: a concupiscência com que nascemos.



Toma, amiúde, conselho na tentãção e não trate com dureza ao que está tentado, antes, procura dar-lhe conforto, como desejarías que fizessem contigo.
A inconstância de espirito e a pouca confiança em Deus são o princípio de tentações perigosas.
Assim como as ondas jogam, de uma a outra parte, a nau sem governo, também as tentações agitam o homem remisso e pouco firme nos seus propósitos.
O fogo prova ao ferro e ao justo a tentação.
Ignoramos, muitas vezes,o que podemos e as tentações mostram o que somos.
Devemos, porém, vigiar, máxime no princípio da tentação: mais fácil é vencer o inimigo quando, não lhe consentindo entrar em nossa alma, lhe fazemos frente logo que bate ao limiar.

Donde veio alguém a dizer: resiste no começo, que tarde vem o remédio quando cresceu o mal, com a longa demora.
Com efeito, primeiro se oferece à alma um simples pensamento, mais tarde uma persistênte imaginação, depois, o deleite, seguindo-se-lhe os afetos desordenados e finalmente o cosentimento.
E quanto mais negligênte for alguém na resistência, tanto mais fraco se tornará cada dia e mais forte seu adversário.
E assim, pouco a pouco, de todo nos invade o inimigo quando desde o inicio não se lhe resiste.




Uns são mais rudemente tentados no começo da conversão, outros no fim, muitos quase por toda a vida: alguns apenas o são levemente, segundo a sabedoria e a equidade da providência divina, que pondera o estado e o mérito dos homens e tudo ordena para a salvação dos seus escolhidos.


Acabada uma tribulação ou tentação, logo vem outra e sempre teremos alguma coisa que sofrer: porque perdemos o dom da primeira felicidade.
Muitos procuram fugir às tentações e nelas mais violentamente caem.
Não as poderemos vencer com lhes fugir somente: mas com paciência e verdadeira humildade tornar-se-emos mais fortes que todos os nossos inimigos.
Pouco aproveitará quem apenas as desvia exteriormente, sem lhe arrancar as raizes: ao contrário, mais depressa voltarão e sentir-se-á pior que dantes.


Pouco a pouco,ajudados por Deus, melhor as vencerás, com paciência e longanimidade, que com importuna violência e próprio esforço.
Toma, amiúde, conselho na tentãção e não trate com dureza ao que está tentado, antes, procura dar-lhe conforto, como desejarías que fizessem contigo.
A inconstância de espirito e a pouca confiança em Deus são o princípio de tentações perigosas.
Assim como as ondas jogam, de uma a outra parte, a nau sem governo, também as tentações agitam o homem remisso e pouco firme nos seus propósitos.
O fogo prova ao ferro e ao justo a tentação.
Ignoramos, muitas vezes,o que podemos e as tentações mostram o que somos.
Devemos, porém, vigiar, máxime no princípio da tentação: mais fácil é vencer o inimigo quando, não lhe consentindo entrar em nossa alma, lhe fazemos frente logo que bate ao limiar.
Donde veio alguém a dizer: resiste no começo, que tarde vem o remédio quando cresceu o mal, com a longa demora.
Com efeito, primeiro se oferece à alma um simples pensamento, mais tarde uma persistênte imaginação, depois, o deleite, seguindo-se-lhe os afetos desordenados e finalmente o cosentimento.
E quanto mais negligênte for alguém na resistência, tanto mais fraco se tornará cada dia e mais forte seu adversário.
E assim, pouco a pouco, de todo nos invade o inimigo quando desde o inicio não se lhe resiste.
Uns são mais rudemente tentados no começo da conversão, outros no fim, muitos quase por toda a vida: alguns apenas o são levemente, segundo a sabedoria e a equidade da providência divina, que pondera o estado e o mérito dos homens e tudo ordena para a salvação dos seus escolhidos.
Por isso, quando tentados, não desesperemos, antes, com maior fervor, peçamos a Deus que, em nossas tribulações, se digne de nos ajudar e, segundo diz São Paulo, ele fará que tiremos da tentação tal força que a possamos vencer.
Humilhemos, pois, as nossas almas debaixo da mão de Deus, em qualquer tribulação ou provação, porque ele o salvará e engrandecerá aos humildes de espirito.
Nas tentações e provações vê-se quanto o homem tem aproveitado: nelas se colhe maior mérito e se patenteia melhor a virtude.
Não é grande coisa um homem ser devoto e fervoroso, quando nada o molesta; mas, se no tempo da adversidade sofre com paciência, dá grande esperança de aproveitamento.
Alguns vencem as grandes tentações e são, muitas vezes, levados de vencidas  pelas pequenas  e quotidianas:a fim de que, humilhados, não presumam de si mesmos grandes coisas, pois são tão fracos nas pequenas.
Tradução a cargo de Dott. Alberto Rossini (Brasil)
VIDEO ANEZO
AVE MARIA EM LINGUA PORTUGUESE

AS VIAS DO ESPIRITO

SEXTO DOMINGO DO TEMPO COMUM

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SEXTO DOMINGO
 DO TEMPO COMUM
16 FEVEREIRO 2014

 
UMA REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO

A liturgia de hoje nos garante que Deus tem um projeto de salvação para que o homem  possa chegar à vida plena e nos propóe uma reflexão sobre a atitude que devemos assumir diante desse projeto.
Na segunda leitura Paolo nos apresenta o projeto salvador de Deus ( aquilo que ele chama de Sabedoria de Deus ou mistério )  É um projeto que Deus preparou desde sempre para aqueles que o amam: que esteve oculto aos olhos dos homens mas que Jesus Cristo revelou com a sua pessoas e suas palavras, seus gestos e, sobretudo, sobre a sua morte na cruz ( pois aí, no dom total da vida revelou-se aos homens a medida do amor de Deus e mostrou-se ao homem o caminho que leva à realização plena)

THE WAYS OF THE SPIRIT

Did the Virgin Mary really die?

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Did the Virgin Mary
really die?


The very first question that arises staring at an ancient Byzantine icon of the Dormition representing the Virgin Mary’s body laying on a bed and Her figure raising above it, it’s if this picture, painted by a Mount Athos monk, indented to represent, with such a little convincing patterns, only Her Soul or Her entire Body as well. A religious inexperienced viewer would have his attention attracted by the abstract symbolism, while the pious viewer looking for cheap experiences would be contradicted by the archaic verism of the Virgin laying on a bed on the verge on expiring, like an ordinary woman.